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franziskazajac08

Aprenda Como Tocar Piano

Dois Exércicios Para Liberdade Dos Dedos


Versos cômicos dão o tom das apresentações dos artistas que se viram para receber a vida nos trens da CPTM e do Metrô de São Paulo. O R7 acompanhou, nas últimas semanas, performances de alguns desses personagens, que driblam a norma das companhias e recebem contribuições de passageiros em troca de suas artes. Curso Essencial De Violão linha 9-Esmeralda (Grajaú-Osasco) da CPTM, o rapper Pauê Oliveira, vinte e sete anos, fazia sua apresentação. O A Tablatura é integra o movimento WuTremClan. O coletivo reúne 12 rappers que se apresentam em diferentes linhas de transporte sobre isso trilhos em São Paulo — o nome surgiu baseado em um grupo de Hip Hop de Nova Iorque: Wu-Tang Clan.


Ele, que sobrevive de suas apresentações, diz que seu serviço lhe dá a circunstância de "fazer o que gosta". Como tantos outros rappers paulistanos, Pauê iniciou a carreira musical em disputas de MCs, que acontecem na cidade. Incentivado pelo carioca MC Du Trem, assim como integrante do WuTremClan, passou a exibir-se nos vagões. Além do rap paulistano, o convencional repente nordestino leva versos humorísticos aos trens do Estado de São Paulo. Ex-palhaço de circo (profissão que exerceu pela adolescência, ainda no Ceará, escondido da mãe) e ex-pedreiro (ofício que adotou depois de aparecer a São Paulo), Romário admite que iniciou sua carreira de repentista após a construtora em que trabalhava falir.


As apresentações em transporte público foi escolha que encontrou para escapar do desemprego. Lucas de imediato fazia apresentações nos trens e incentivou o cearense a se preparar pra também entrar no meio musical e, a partir disso, os 2 formarem a dupla.



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Hoje, os repentistas sobrevivem das caixinhas que os passageiros dão e das vendas de seus CDs. No momento em que o cenário é o futuro profissional, no entanto, a dupla não segue e mesma sintonia. No tempo em que Lucas pretende conquistar um emprego com carteira assasinada e privilégios, Romário deseja acompanhar cantando e "alegrando as pessoas".


Seja pela improvisação, ou nas "rimas coringas" — versos usados em inúmeras ocasiões —, rappers e repentistas dizem ter o intuito de fazer os passageiros sorrirem narrando situações típicas do transporte público. Os artistas contam que, no momento em que alguém não gosta da exposição, é necessário ter jogo de cintura.


Pauê. Mas Lucas garante que o número de desafetos é anão. Não é apenas com versos, não obstante, que artistas tentam alegrar os usuários dos transportes sobre trilhos em São Paulo. O campineiro Gabriel Smith, 21 anos, vem pra capital cada semana com teu violino para se expor nas estações Luz ou Barra Funda, do Metrô. Ele aproveita a viagem que faz para participar de um curso musical e pra visitar os parentes em São Paulo para continuar outras horas nas estações ganhando dinheiro com tua arte.


A atividade dos artistas, todavia, é informal: a prática é proibida pelo regulamento do Metrô e da CPTM. Com O Aparecimento Do Rádio (Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos), "nos trens e estações da CPTM e do Metrô não é permitido ligar rádios ou outros aparelhos sonoros ou tocar instrumentos musicais que causem desconforto ou desconforto aos excessivo usuários".


Coletânea de cifras Gospel. Ademais, apresenta um preço muito atrativo se comparado à qualquer mensalidade que pagamos em um curso presencial. Comentei sobre neste local. Várias pessoas passam a existência inteira querendo aprender a tocar violão e nunca fazem esse sonho. Se você chegou até nesse Aos 90, Carlos Heitor Cony Rejeita Festejos E Trabalha Em dois Novos Livros , é por causa de você está tendo a oportunidade de realizar este sonho! Idade não poderá ser um empecilho pra realização de nenhum sonho.


(PRO)
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